O homem leva os filhos para o mundo…
Ontem o Filipe apresentou a piscina para a Sophia.
Por um segundo eu fiquei preocupada. Ela é tão pequena e água estava tão gelada…
Eu me preocupei – mas eu me preocupei só com a temperatura, não com ele.
Eu confio na capacidade dele de proteger a nossa filha.
Eu confio na capacidade dele de tomar boas decisões se algo acontece.
…e logo quando eu vi o sorriso dela, a alegria dela, quando eu vi ela ali, se sentindo segura, protegida – aproveitando aquele momento e vivendo essa aventura, logo eu percebi: tudo está como deve ser.
O homem leva os filhos para o mundo…
Ele apresenta o mundo de uma forma protetora que é ao mesmo tempo menos cautelosa que a forma feminina, mas também muito mais estimulante.
O homem oferece a segurança e proteção, sem tirar da criança a experiência e o aprendizado.
…e é exatamente isso o que a criança precisa pra se desenvolver: conhecer, compreender, viver o mundo.
Eu não teria levado ela para piscina – e ela não teria essa experiência.
Perderia essas novas conexões, perderia essa nova compreensão sobre o mundo.
Demoraria mais para aprender. Demoraria mais para entender os benefícios e os riscos dessa situação.
E aí eu já falei tantas vezes pra você escolher bem – mas tem um problema.
Não adianta você escolher bem um homem… se você não permite que ele cumpra seu papel.
Se toda vez que você se preocupa, se toda vez que você se sente insegura – você duvida da capacidade dele de te proteger e tomar boas decisões.
Não adianta.
Não adianta você se colocar na frente e tomar as decisões por ele.
Não adianta você se colocar na frente e bloquear o caminho dele.
Não adianta você escolher bem um homem, e castrar ele – roubar dele a própria natureza.
Você não vai gostar daquilo que vai criar.
Permita que ao menos o seu homem… seja homem
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